Mas afinal o que é de fato uma Tendência?
Nem toda previsão é tendência. Identificá-la exige método, dados, pensamento crítico e leitura ampla do contexto; sem isso, modismos, interesses e repetição podem comprometer decisões estratégicas.
CONHECIMENTO & PERSPECTIVA
Análises sobre estratégia, decisão, liderança, operação e os movimentos que estão redesenhando a hotelaria.
ARTIGOS
Conteúdos de André Victória e da AVS para ampliar a leitura do negócio, questionar respostas automáticas e apoiar decisões mais consistentes.
Nem toda previsão é tendência. Identificá-la exige método, dados, pensamento crítico e leitura ampla do contexto; sem isso, modismos, interesses e repetição podem comprometer decisões estratégicas.
Música e entretenimento transformam emoções, conectam hóspedes ao destino e tornam a hospedagem memorável. O artigo mostra como esses elementos fortalecem a experiência, ampliam a reputação dos hotéis e geram novas oportunidades de negócio.
Planejamento estratégico não começa nas ferramentas, mas na qualidade do pensamento dos decisores. O artigo mostra como vieses e respostas intuitivas comprometem escolhas e defende o pensamento lento e deliberativo como base da gestão estratégica.
Hotelaria e alimentação são historicamente inseparáveis, mas viveram décadas de afastamento e perda de prestígio. O artigo mostra como propostas gastronômicas mais flexíveis e alinhadas aos hóspedes estão devolvendo protagonismo ao A&B.
Com crescimento acelerado, os aluguéis por temporada ampliam as possibilidades de hospedagem e apostam em jornadas cada vez mais automatizadas. O artigo questiona, porém, se pode existir verdadeira hospitalidade sem contato humano, gentileza e amabilidade.
A hotelaria não é uma realidade única. O artigo mostra a importância de compreender cada contexto e valorizar a cultura, os recursos e a originalidade dos pequenos destinos, evitando a reprodução de modelos distantes de suas necessidades.
A hotelaria adota tecnologias criadas por outros setores, mas pouco inova em sua própria organização. O artigo aponta a rigidez hierárquica e departamental como obstáculo ao engajamento e propõe a organização por processos como oportunidade real de transformação.
Um hotel não nasce quando o prédio fica pronto, mas quando encontra uma identidade e um propósito capazes de orientar sua hospitalidade. São as pessoas, alinhadas a essa promessa, que dão alma ao empreendimento.
Ser hoteleiro vai além do glamour da profissão. Diante da rápida expansão do setor e da formação abreviada de novos gestores, o artigo defende a combinação entre juventude, experiência e sabedoria para fortalecer as lideranças.